o ano acabou. e eu estou com os meus trabalho por terminar, claro, mas eles me parecem muito bons até... comparados a alguns anteriores que eu deixei para fazer nas ultimas 4 horas do dia da entrega.
novo clipe do rammstein é triste. não me desceu. sendo que a banda
meio que me ganhou pelos clipes tanto quanto pela musica. e parece que
eles lançaram 'justamente' no dia 11/11. uma banda que produziu albuns
como 'mutter' e clipes como mein teil e sonne, lançando single em datas
~~~cabalistiscas~~~. quer dizer.
esse ano não vai ter feira do livro aqui na usp, provando, assim , definitivamente, que 2011 foi um desastre em todos os sentidos. por outro lado, isso me faz ter um pouco mais de receio com relação ao 'andamento das coisas'. estudo aqui ja faz tempo, ja vi greves, ja vi piquetes, manifestações. no meu primeiro ano invadiram a reitoria pela primeira vez. mas não lembro de nenhum cancelamento da feira do livro. vejo pessoas acampadas no predio, e no morrinho. o mesmo acontece na psicologia.
tem esse professor de historia contemporanea que é... peculiar. desde a primeira aula ele vem pregando a inviabilidade de nosso 'mundo'. veja, ele não é simplesmente um daqueles profetas do fim do capitalismo que torcem, a cada crise, pelo inicio da revolução comunista etc etc etc. não. ele simplesmente diz que o abismo é logo ali e se aproxima. toda a aula temos uma nova dimensão do apocalipse. acho isso cansativo. gosto muito das aulas dele, que são densas, e gosto muito dele mesmo inclusive, pois tem belos olhos e fala muito bem, mas não compro esse milenarismo.
o que acho estranho mesmo são colegas minimante sensatos repetindo essas orações. se isso ja não fosse o bastante, a capa da trip é uma versão otimista de tudo isso. 'o começo esta proximo'. 'a transformação vem aí'. como ainda não li a revista, não posso dizer o que acho. mas se ja não concordo com o tom de armagedon, tendo a concordar menos ainda com um armagedon cor de rosa.
a unica coisa que sei é que 2011 ja acabou e que vai para o limbo das coisas passadas de onde nunca, nada, poderá traze-lo de volta. é um alivio.
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e na fazenda tinha um pato
ia ia ohh